quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Violência Urbana

Corpo na calçada...a cabeça no asfalto,
Numa cena triste que se tornou cotidiana...
Eis mais uma vítima da violência urbana!...
O infeliz, destemidamente, reagiu ao assalto...


O círculo de pessoas que se engrossa
Ao redor do corpo, estendido daquele jeito...
Da ferida, aberta como flor no peito,
Brota o sangue que na calçada empoça.


Pobre vítima de menores delinquentes,
Dizem as pessoas olhando-o, indiferentes...
Habituadas a verem essa cena cotidiana...


Em meio ao progresso que se expande,
Eis o lado triste e podre da cidade grande.
A incontida explosão da violência urbana!...

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