Tua boca adormecida ganhou vida
Quando se aproximou do meu corpo,
Provocando torturas de prazer.
Roçou na pele nua do pescoço,
Caminhou por minha nuca,
Embrenhou-se pelo interior de minhas orelhas
Chegando docemente ao meu colo,
Onde se postou...
Perto dos maravilhosos seios erguidos
Contra o cetim do meu vestidinho`
Decotado de alça branco.
-Ali ficou.
Molhou o tecido rodeando os mamilos róseos
Arrepiados que denunciavam a excitação,
Deixando as auréolas visíveis no pano branco,
Agora transparente.
Gostoso o gemido que sai da minha boca.
Aperto as coxas...
Esfrego uma na outra
Numa fricção de desejo.
Tuas mãos ajudam fazendo deslizar as alças do meu vestido,
Descendo o cetim até aos quadris,
Depois o faz cair,
Escorregando pelas coxas,
Até ser largado definitivamente no chão.
Ficando o corpo protegido
Apenas por um pequeno triângulo de lycra vermelha,
Que cobre o mais íntimo e secreto dos meus segredos.
-Bate então a duvida cruel...
Subir ou descer?
A decisão?
A língua, agora mais levada,
Desce por entre os seios
Dirige-se para o centro do meu corpo acordado.
Risca uma linha molhada na pele sedosa.
Indo parar no meu umbigo,
Onde penetra e fica circundando,
Criando uma leve poça de saliva.
-Gostoso o suspiro que sai da minha boca.
A língua quente e úmida continua,
Rasga minha pele quente, suga os mamilos rodeando-os,
Me arrepiando, a boca morde a carne.
-Tu gostas de me ver assim, excitada.
Peço, imploro, suplico.
Tua língua se aproxima do púbis,
Que ainda se esconde atrás do minúsculo triângulo de lycra,
Deixando-o molhado tanto pela saliva
Quanto pela abundância de néctar expelido
Pelo interior do meu corpo.
Meus olhos lacrimejam de prazer.
Minha boca entreaberta de desejo
Libera gemidos e suspiros.
Novamente a cumplicidade das mãos e boca
Fazem a lycra vermelha desaparecer como por encanto,
Restando apenas meu corpo nu
E as coxas entreabertas.
-Coloca dois travesseiros por baixo
Das deliciosas ancas, elevando meus quadris,
Separa os joelhos num frenesi
Deixando as pernas completamente abertas
Com meu sexo exposto, desejoso de mais prazer.
A língua enrijecida e úmida
Se contorce pela minha cintura,
Salta o meu ventre alcançando o interior de minhas coxas,
A ponta percorre toda a extensão das virilhas,
Sobe e desce deixando nelas um rastro molhado.
-Enfim nela.
Chegando à porta do meu sexo, teu céu,
A boca enlouquecida distribui beijos por toda área,
Sobe e desce por entre os grandes lábios,
A ponta da língua, como uma navalha afiada,
Corta toda extensão do paraíso,
Indo e voltando do umbigo ao cóccix,
Passando pelo períneo indo até meu anus,
Pressionando-o...
-Levanta ainda mais as nádegas.
Boca suga, chupa, a língua endurecida e enfurecida
Força a entrada pro meu interior,
Entra e sai da minha vagina
Em movimentos ora retos e ora circulares.
Fazendo breves pausas pra aumentar o meu prazer...
Sai definitivamente e sobe,
Vai de encontro ao meu maior desejo.
-Qual?
Ter meu clitóris completamente devassado.
Boca e mão unidas por uma única causa,
O meu prazer.
-Suspira, chegou.
Os dedos de uma de suas mãos,
Molhados com o sumo despejado por mim,
Massageiam delicadamente meu clitóris,
Já a outra, livre, abusa de minhas entranhas,
Invadindo sem o menor pudor
As fendas do meu corpo.
Enquanto a boca se alterna entre beijos suaves e fortes
Deixando a língua brincar, no grelo intumescido,
Por longo tempo, desenhando um oito a sua volta,
Oito, símbolo do infinito, infinito do meu prazer!
nossaaaaaaa
ResponderExcluirse ao ler .... imagina fazer parte de tamanho devaneio
Boba! auiahiauhaiuah
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