terça-feira, 10 de abril de 2012
Velha Aldeia...
Começar a noite na estrada,
tranquilas, sem pensar em nada.
A luz da lua que nos ilumina,
nos indicando cada esquina.
Da alegria
da companhia de gente fina
que aquece o calor da brasa
na brisa que passa,
ligeira e discreta,
como as rodas da bicicleta,
que carrega seres de alegria e cansaço,
que valem cada pedalada,
cada passo.
Linda aldeia que nos espera,
com seus gnomos e quimeras.
Libertando nossa mente
e germinando a semente.
Não é que eu tenha certeza nem pressa,
mas é que aldeia conversa...
e acaba que por final
já tô de mala e cuia
convencida de ir pra rua
ver Argeu e suas curas.
Já no mato onde as energias se liberam,
onde vagalumes e sabiás nos esperam.
Na cachoeira aliviando a alma,
Em busca de equilíbrio e calma,
tecendo teias de esperança.
Como nos tempos de criança,
tenho o poder de decisão na minha mão...
Vou partir pra Aldeia então.
Fugir da urbanização.
Procurar um frescor que limpe a minha dor,
sentir o odor da flor
e mirar o beija-flor.
Por Luisa Worcman, Viviane Fernandes e Polyanna Peixoto.
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